Na novela turca Mãe, Zeynep (Cansu Dere) descobre que Gonul (Vahide Perçin) pagou injustamente por um crime que ela cometeu na infância para protegê-la. Tudo começa quando a jovem começa a ter pesadelos com uma menina em meio a chamas. Após vasculhar uma caixa da mãe biológica, ela encontrará a verdade e ficará em choque.
A princípio, Zeynep tenta ficar longe de Gonul, porém a senhora insistirá em ajudá-la com Turna, principalmente quando Sule pedir a menina de volta. Gonul ajudará a mocinha a se esconder com Turna. A tentativa de fuga não dará certo e a professora acabará presa.
Nisso, Gonul usará seus contatos na cadeia para impedir que a filha seja agredida. Com a ajuda de sua mãe de criação, Cahide (Vahide Perçin), Zeynep logo sai da cadeia e Turna vai parar em um abrigo após a justiça constatar que ela vive em condições precárias.
Turna volta para Sule
Enquanto isso, Gonul passa mal mais uma vez e vai parar no hospital. Dessa vez, Zeynep descobre a doença da mãe biológica, se mostra preocupada e exige que ela faça todo o tratamento. A convivência entre as duas dará espaço para o amor e o perdão. A mocinha acreditará que a mãe a abandonou para protegê-la após cometer o crime.
Zeynep ainda terá um grave acidente, ficará paralisada e terá que passar por uma cirurgia arriscada. Turna volta para Sule, e Zeynep pede para se despedir da menina, esperando o pior. A pequena fica de coração partido e segue para sua antiga vida devastada pela rejeição, sem saber o real motivo.
Logo após o susto, passam-se 18 anos e Zeynep se recupera totalmente com apoio da família e, é claro, de Gonul. Turna volta para a vida da professora e a disputa pela guarda da menina continua. No entanto, Zeynep passará a ter cada vez mais sonhos com fogo.
Zeynep descobre que Gonul pagou por crime injustamente
Desconfiada de que há algo em seu passado a respeito da morte do pai, ela procura Ali (Can Nergis) para encontrar os arquivos do incêndio que condenou a mãe. “Preciso saber como o fogo começou.” Porém, a senhora já terá pedido para o homem omitir a informação a Zeynep.
Contudo, a mentira não durará muito tempo. Zeynep encontra uma caixa que a mãe guarda onde está o relatório do incêndio: “Resulta da investigação que a ocorrência do evento não foi devido a um dispositivo elétrico. Sem dúvida, o fogo foi iniciado deliberadamente através do uso de vários palitos de fósforos.”
Nesse momento, Zeynep se lembra de ver a mãe apanhando do pai e de estar ao lado da cama dele riscando fósforos até que um iniciasse o incêndio. Ela observa o fogo se alastrando enquanto Gonul grita por ela, desesperada. Em seguida, a senhora chega em casa e a mocinha dispara: “É tudo minha culpa. Fui eu que comecei aquele incêndio. Eu matei o meu pai.” Com lágrimas nos olhos e compaixão, ela olha para a mulher que pagou pelo crime que não cometeu e a chama de mãe pela primeira vez há anos.
Gonul se emociona e vai às lágrimas. Zeynep tenta falar alguma coisa, mas não consegue e, tomada pela emoção, chora copiosamente. Gonul acolhe a filha em um abraço caloroso e as duas seguem chorando, mas felizes por tudo ter sido esclarecido e a relação voltar a ser como era há mais de vinte anos.









