Na novela “Mãe”, Zeynep (Cansu Dere) pede perdão a Gonul (Vahide Perçin) após descobrir o que realmente aconteceu no passado. A professora entenderá a injustiça que cometeu contra a mãe ao se lembrar de que foi ela quem colocou fogo na cama do pai. Isso levou o homem a óbito e selou o destino de Gonul de forma trágica.
A princípio, Sule (Gonca Vuslateri) e Cengiz (Berkay Ateş) são baleados e Zeynep consegue recuperar Melek/Turna (Beren Gökyıldız). No entanto, dessa vez ela precisará ir embora do país, pois a polícia estará cada vez mais perto de prendê-la por sequestro.
Para colocar o plano em prática, a protagonista contará com a ajuda de Gonul. Porém, o plano não sairá como o planejado e Zeynep acaba atrás das grades. A partir desse momento, a senhora ficará cada vez mais próxima da filha e da família de Cahide (Gülenay Kalkan). As duas mães unirão forças para proteger a menina, que agora está mais vulnerável do que nunca.
Zeynep perdoa Gonul
O destino ainda será cruel com as protagonistas, que terão de ficar separadas por um bom tempo. Isso acontece devido a um acidente que Zeynep sofrerá e que a deixará entre a vida e a morte. Cahide decide então forjar a morte de Melek/Turna para que a filha desista da guarda da menina.
Todos caem na farsa da advogada, mas Gonul descobre que a menina está viva. Depois disso, será questão de tempo até que Zeynep descubra a verdade, encontre Melek/Turna e volte a lutar pela guarda. Dessa vez, as duas também acolherão Hasan, o menino que Sule teve com Cengiz.
Já no capítulo 80, Zeynep encontra uma caixa da mãe biológica e, ao abri-la, descobre o relatório do incêndio que provocou a morte do pai. “Resulta da investigação que a ocorrência do evento… sem dúvida, o fogo foi iniciado deliberadamente através do uso de vários palitos de fósforo”, lê a mocinha, que entra em choque.
Nesse momento, Zeynep se lembra de quando tinha 5 anos e riscou vários fósforos ao lado da cama onde o pai dormia, após vê-lo bater na mãe. Em seguida, Gonul chega em casa e a jovem dispara: “É tudo minha culpa. Fui eu que comecei aquele incêndio. Eu matei o meu pai”.
Gonul, que não queria que a filha soubesse da verdade, tenta ampará-la. Já Zeynep olha com compaixão para a mulher que pagou por um crime que não cometeu e a chama de “mãe” pela primeira vez. “Por anos eu sonhei com o dia em que me chamaria de mãe”, diz Gonul em lágrimas.
“Mãe, me desculpe. Eu não queria…”. Zeynep não consegue terminar a frase. Mãe e filha caem no choro e se abraçam, emocionadas.









