Na reprise da novela A Viagem, Alberto (Cláudio Cavalcanti) declara vingança contra Ismael (Jonas Bloch) após descobrir que o covarde abusou de Estela (Lucinha Lins). Envergonhada com toda a situação, a irmã de Diná (Christiane Torloni) tenta esconder a agressão. No entanto, ela mesma revela tudo em um delírio, deixando o médico revoltado e devastado.
A princípio, Estela procura a filha Bia (Fernanda Rodrigues), que está desaparecida na casa do ex-marido. Contudo, para seu azar, ela encontra Ismael, que está escondido no cassino embaixo da casa. Agressivo, o criminoso agride Estela, abusa dela e a mantém amarrada sobre a mesa.
Por sorte, Estela consegue escapar do local mais tarde, com a ajuda de Regina (Mara Carvalho). A mulher volta para casa e não conta nada ao seu companheiro, Alberto; porém não consegue esconder a verdade de Diná, que promete não contar nada a ninguém.
Alberto ameaça Ismael
Alguns capítulos mais tarde, Estela passa mal e começa a delirar de febre. Na ocasião, Alberto e Diná estarão cuidando dela.
— Não, não, Ismael. Para! Para! Não quero. Sai de cima, Ismael, sai… — fala a mãe de Bia.
Diná percebe que a irmã está entregando a agressão e pede que Alberto saia.
Entretanto, o médico já terá entendido tudo:
— Para você ela falou… Aquele dia em que a Estela sumiu, ela esteve com Ismael, não foi? Fala para mim, confessa!
Diná não diz nada; apenas abaixa a cabeça, o suficiente para Alberto entender.
— Canalha, covarde, miserável — dispara o homem, saindo do quarto.
Diná vai atrás dele e o impede de sair.
— A vontade que eu tenho é acabar com a vida daquele miserável — dirá o doutor, desolado, enquanto Diná tenta acalmá-lo, pedindo que ele coloque para fora o que está sentindo. — Coitada da minha querida. Você imagina o que ela passou nas mãos daquele… animal? — diz ele, descontrolado.
Em seguida, Alberto se recompõe e pede desculpas pelo modo como está agindo. Diná diz que ele exige demais de si e pede que não conte à irmã que sabe.
— Só vou te dizer uma coisa, Diná: eu vou rezar, vou rezar muito para que aquele canalha não cruze o meu caminho. Porque eu não sei se terei equilíbrio suficiente para não fazer justiça com as minhas próprias mãos. Eu mato, viu, eu mato — esbraveja Alberto, batendo com força na mesa, completamente transtornado.









