Na reprise da novela “História de Amor”, Helena (Regina Duarte) dá uma bronca em Joyce (Carla Marins) durante um confronto e lhe diz duras verdades. Tudo acontece após um desentendimento entre mãe e filha por causa de Dona Dalva (Ana Rosa). A jovem fica do lado da sogra e chega a insinuar que quer colocar a própria mãe para fora de casa.
A princípio, Helena quer saber se a filha está realmente a expulsando do apartamento em que mora há anos. Joyce tenta se esquivar, mas a corretora a segura pelos braços. A briga se intensifica, com as duas trocando ofensas até que Alice começa a chorar.
Depois de alimentar a filha, mãe e filha retomam a conversa de forma mais calma. Joyce afirma que não quer mais discutir e avisa que não pretende se casar com ninguém. A jovem confessa que, por um momento, chegou a ter esperanças de formar uma família com Caio (Angelo Paes Leme), mas deixa claro que desistiu dessa ideia.
Helena detona Joyce em discussão
“Pode ficar sossegada, porque você não vai ter Dona Dalva nenhuma para aturar e nem outra mulher, mãe…”, diz Joyce, com lágrimas nos olhos. Observando a filha com empatia, Helena admite que entende o sofrimento dela, já que não parece algo que esteja abandonando por vontade própria.
Nesse momento, Joyce se abre: diz que ama Caio, que o adora e que tudo o que mais queria era viver ao lado dele. É então que Helena fala sem rodeios:
“Como você quer viver com ele, Joyce? Como você pode ser feliz com alguém se hostiliza todo mundo? Você afasta as pessoas sem dó nem piedade.”
Joyce desaba em lágrimas, mas Helena continua:
“Principalmente o Caio, já que você nem deixa ele ver a própria filha… Como é que você ama esse rapaz e quer viver com ele se vive afastando o pobre moço? Esse é o seu jeito de amar, Joyce? Maltratando?”
Sem aguentar ouvir as verdades, Joyce se afasta para outro canto do cômodo. Helena insiste:
“E você acha que pode existir alguém que goste de ser tratado assim e que, depois, ainda venha beijar suas mãos?”
Na sequência, Helena lembra à filha que o amor não se sustenta apenas nos momentos felizes, mas também no dia a dia, na paciência e na tolerância — coisas que Joyce não tem.
“Existem muito mais dias de choro do que de riso numa vida em comum, e é preciso aprender a aproveitar os dois… Que amor é esse que só sabe fazer sangrar?”, finaliza a personagem de Regina Duarte, enquanto Joyce chora copiosamente.









